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quarta-feira, 23 de novembro de 2011

DICAS DE CÁLCULO RÁPIDO

DICAS DE CÁLCULO RÁPIDO

Dica 1:
Multiplicar por 10
Deslocar a vírgula 1 casa decimal para a direita.
Exemplo: 12×10=120

Dica 2:
Multiplicar por 100
Deslocar a vírgula 2 casas decimais para a direita.
Exemplo: 12×100=1200

Dica 3:
Multiplicar por 10ⁿ
Deslocar a vírgula n casas decimais para a direita.
Exemplo: 12×10³=12000

Dica 4:
Dividir por 10
Deslocar a vírgula 1 casa decimal para a esquerda.
Exemplo: 12÷10=1,2

Dica 5:
Dividir por 100
Deslocar a vírgula 2 casas decimais para a esquerda.
Exemplo: 12÷100=0,12

Dica 6:
Dividir por 10n
Deslocar a vírgula n casas decimais para a esquerda.
Exemplo: 12÷107=0,0000012

Dica 7:
Multiplicar por 4 = Dividir por 0,25
Tomar o dobro do dobro do número.
Exemplo: 4×16=2×2×16=2×32=64

Dica 8:
Multiplicar por 0,4 = Dividir por 2,5
Tomar o dobro do dobro do número e dividir por 10.
Exemplo: 0,4x16=2x2x16÷10=2x32÷10=64÷10=6,4

Dica 9:
Multiplicar por 40 = Dividir por 0,25
Tomar o dobro do dobro do número e multiplicar por 10.
Exemplo: 40×16=2×2×16×10=2×32×10=64×10=640

Dica 10:
Dividir por 4 = Multiplicar por 0,25
Tomar a metade da metade do número.
Exemplo: 16÷4=16÷2÷2=8÷2=4

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

o matematico e o motorista

HUMOR NA MATEMÁTICA 2
Sabe Quem Sou Eu?
Dia de prova na faculdade. Todos os alunos tensos. Entra na sala aquele professor carrasco
de quem todos têm medo e diz:
— O horário de entrega das provas é dez em ponto. Ouviram? Dez horas em ponto! Se
alguém me entregar a prova às dez e um, eu não vou aceitar.
E então se inicia a prova. Muitos alunos acabam rápido, outros demoram mas conseguem
entregar até as dez horas. Apenas um aluno continua fazendo o exame. Quando o professor
está se preparando para ir embora, o aluno levanta e vai entregar a prova:
— Tá aqui, professor!
— Agora eu não vou aceitar mais!
— Como não?
— Eu deixei bem claro que só aceitaria provas até as dez horas.
— Professor... O senhor sabe com quem está falando?
— Não, não sei...
Então o aluno pega a pilha de provas, coloca a sua no meio, e diz:
— Então descobre...

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

charadas

• Um sujeito entra numa loja de calçados e compra  um par que custa R$60,00. Ele paga com uma nota de R$100,00 e como o vendedor não tinha troco, levou o dinheiro para trocar na loja ao lado para trocar e dra o troco para o cliente. Tempo depois de o cliente já ter ido embora, o proprietário da loja ao lado voltou à mesma e pediu seu dinheiro de volta, pois a nota de R$100,00 era falsa. O vendedor pagou o moço e reclamou do prejuízo que tomou. Ate que ele para e se pergunta. Qual meu prejuízo?

pegadinha

Uma lesma está no fundo de um poço que tem 15 metros de profundidade, e quer sair dele. Como lesma é lesma, ela sobre 4 metros durante o dia, mas desce três durante a noite.
Pergunta: em quantos dias ela conseguirá sair do poço?
Há um ônibus com 7 garotas.
Cada garota tem 7 sacolas.
Dentro de cada sacola há sete gatos grandes.
Cada gato grande tem 7 gatos pequenos.
Todos os gatos têm 4 pernas cada um.
Pergunta: Quantas pernas há no ônibus?
Um sociólogo, um físico e um matemático recebem uma mesma quantidades de cerca, e pede-se para que eles cerquem a maior área possível. O sociólogo pensa por um momento e decide cercar uma área quadrada. O físico, percebendo que podia cercar uma área maior, imediatamente coloca sua cerca em forma de círculo, e sorri. “Quero ver você superar isso!”, ele diz para o matemático. O matemático, em resposta, pega uma pequena parte de sua cerca, enrola-a em volta de si e exclama: “Eu me defino como estando fora da cerca!”
ó para descontrair um pouco, nessa época de volta às aulas, segue algumas piadas matemáticas. São bem legais, vale a pena dar uma olhada.

Um biólogo, um matemático e um teólogo estão parados entre dois pontos de ônibus. Vem um ônibus e na primeira parada sobem 10 pessoas. 100 metros para frente, na segunda parada, 11 pessoas descem do ônibus.
O teólogo: Um milagre!! Um milagre!
O biólogo: Que nada, eles se reproduziram!
O matemático, após pensar alguns segundos: Se mais alguém entrar no ônibus ele fica vazio de novo!

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Contribuições de Beno Gutenberg para a matemática


           Contribuições de Beno Gutenberg para a matemática


Beno Gutenberg contribuiu simultaneamente para a matemática, uma de suas contribuições foi a criação da escala Richter.
Esta escala foi desenvolvida por Charles Richter e Beno Gutenberg no intuito de medir a magnitude de um terremoto provocado pelo movimento das placas tectônicas. 
Os estudos de Charles e Beno resultaram em uma escala logarítmica denominada Richter, que possui pontuação de 0 a 9 graus. 
A magnitude (graus) é o logaritmo da medida das amplitudes (medida por aparelhos denominados sismógrafos) das ondas produzidas pela liberação de energia do terremoto. A fórmula utilizada é a seguinte: 
M = log A – log A0, onde M: magnitude, A: amplitude máxima, A0: amplitude de referência. 
Podemos utilizar a fórmula para comparar as magnitudes de dois terremotos.
Agora veja um exemplo de como comparar um terremoto de 6 graus com outro de 8 graus de magnitude, todos na escala Richter. 
Ex:
M1
  M2 = (log A1  log A0) – (log A2  log A0) 
6 – 8 = log A1  log A2 
2 = log( A1 / A2) 
10 –2 = A1 / A2 
(1/10)2 = A1 / A2 
(1/100) = A1 / A2 
A2 = 100A1 

Podemos notar que as ondas do terremoto A2 possuem amplitudes 100 vezes mais intensas do que a do terremoto A1. 

Para calcular a energia liberada por um terremoto, usam-se a seguinte fórmula: 

I = (2/3)log10(E/E0), onde I: varia de 0 a 9, E: energia liberada em kW/h 
e E0: 7 x 10-3 kW/h
veja o exemplo da energia liberada por um terremoto de intensidade 6 na escala Richter.
I = 6
 
6 = (2/3)log10(E / 7 x 10-3) 
9 = log10(E / 7 x 10-3) 
109 = E / 7 x 10-3 
E = 7 x 10-3 x 109 
E = 7 x 106 kW /h 

A energia liberada por um terremoto de 6 graus na escala Richter é de 7 x 106 kW/h

Aplicações do logaritmo na astronomia e navegação


   Aplicações do logaritmo na astronomia e navegação


Quando os logaritmos foram inventados, cerca de 400 anos atrás, pelo escocês Jonh Napier, afirmou-se que eles ‘‘dobravam” a vida dos astrônomos. Isso porque, naquela época, os astrônomos estavam entre os cientistas mais influentes, e eram, também, os que realizavam o maior numero de cálculos. Usando os logaritmos, eles notaram que podiam fazer seus cálculos cerca de duas vezes mais rápido.
Com a invenção dos logaritmos, o matemático e banqueiro Jonh Napier propôs, na verdade, uma nova maneira de contar. Essa nova operação – o logaritmo- imediatamente reduziu complicadas contas , que chegavam a levar anos, de astrônomos como Johannes Kepler, Pierre Simon, o Marquês de Laplace e Tycho Brahe , que viu  nos logaritmos um instrumento de trabalho muito importante, por minimizar o tempo gasto na resolução dos cálculos das orbitas dos planetas.
Além de aplicações em astronomia, localizando as posições dos planetas, essa operação facilitou enormemente os trabalhos em navegação  (orientação no mar), em operações bancárias (como empréstimos), em engenharia (construções) e também nas ciências que estavam nascendo.
Mas, o que é um logaritmo? Logaritmo é o expoente de um numero (base), que indica a que se deve levá-lo para se obter, como resultado, outro dado número. Napier compreendeu que qualquer número pode ser expresso nesses termos. Exemplo: 100 é 102 e 23 é 101,36173.
Napier descobriu também que o logaritmo de a vezes b é igual ao logaritmo de a mais o logaritmo de b, com isso transforma complexos problemas de multiplicação em problemas mais simples, de adição. Alguém que esteja multiplicando dois números grandes precisa  apenas procurar seus logaritmos numa tabela soma-los e o numero que corresponde a essa soma, numa tabela inversa de antilogaritmos.
A sua obra ‘‘Descrição da maravilhosa regra dos logaritmos’’ causou grande surpresa e entusiasmo, porque se trata do desenvolvimento do comercio e do progresso da navegação e astronomia. O sistema logaritmo aplicou-se inicialmente na trigonometria, necessária a navegação e as observações astronômicas, mas foi estendido mais tarde ao calculo corrente. A palavra ‘‘logaritmo’’ foi inventada pelo próprio Napier, a partir das palavras gregas ‘’Logos’’(razão) e   ‘’Aritmos‘’ (número).


terça-feira, 30 de agosto de 2011

Biografia de Beno Gutenberg


                              Biografia

Beno Gutenberg (Darmstadt, 4 de junho de 1889 — Pasadena, 25 de janeiro 1960) foi um sismólogo alemão, um dos criadores da Escala Richter. Beno Gutenberg contribuiu decisivamente para a compreensão da formação da Terra. Iniciou seus estudos em Darmstadt, mudando-se em seguida (1908) para Göttingen, a fim de estudar meteorologia. Ali, ouviu as conferências de Emil Wiechert, onde tinha constituído um instituto para o estudo de Geofísica. Em 1911 Wiechert promoveu Gutenberg a sismólogo e este passou a efetuar cálculos onde ainda hoje são considerados corretos. Tornou-se membro da Associação Sismológica Internacional, em Estrasburgo. Durante a Primeira Guerra Mundial serviu como meteorologista do exército alemão, onde foi ferido. Com o fim da guerra, mudou-se para Frankfurt, onde em 1926 tornou-se um de seus principais professores. Ali publica grande número de trabalhos científicos e três livros. Em 1929 Gutenberg visita o laboratório sismológico de Pasadena, para onde mudou-se no ano seguinte. Tornou-se catedrático de Geofísica no Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech), sendo integrado em 1936 no laboratório sismológico. Em 1948 tornou-se diretor do laboratório onde investigava os terremotos. Junto a Charles Francis Richter desenvolveu parâmetros de medição da intensidade dos terremotos, na escala onde geralmente leva apenas o nome de seu parceiro. Gutenberg ainda descobriu a camada da crosta terrestre, hoje conhecida como astenosfera. A interface entre a astenosfera e a endosfera é também chamada de Descontinuidade de Gutenberg. Em toda sua carreira Gutenberg escreveu cerca de trezentos artigos e livros. Conquistou diversos prêmios em vários países. Aposentou-se em 1958, morrendo dois anos depois, de uma pneumonia onde seguiu uma simples infecção de influenza.